2 de julho de 2017

Poema deixado na exposição Poesia Agora, na Caixa Cultural do Rio de Janeiro


A palavra, esta marca
amarga, aquela ponte larga entre o
silêncio – o turvo enredo ao meio – e
a crise ruidosa da fala – da
grafia envenenada no papel – o
grito encrespado no vocábulo.

Palavra
de todos os nós
a que nunca desata.

Fábio Pessanha

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