17 de junho de 2015

Pensando o tempo com Waly Salomão

Está no ar, meu mais recente pequeno-ensaio-poético em que penso o tempo, suas antagonias, desdobramentos e viabilidades para ocos junto com o poeta Waly Salomão. Para quem quiser participar desse conluio poético, é só acessar o seguinte endereço e se vertiginar comigo http://lounge.obviousmag.org/verbo_inverso/2015/06/waly-salomao-e-o-oco-do-tempo.html

Por ora, para aguçar curiosidades, deixo abaixo a chamada do meu texto. Estão todos convidados à queda:

Nenhum poema é posse, nenhum rigor enlaça a verve da palavra lançada ao existir. Waly Salomão se deriva em versos ao se desdobrar no poema “Vigiando o oco do tempo”, e por esse desdobramento inventamos existências nas palavras desencadeadas por sua lírica. No entanto, aviso: este texto não é uma explicação, tampouco uma análise do referido poema. O que se funda aqui é o exercício de morte e renascimento numa hermenêutica poética, onde as palavras tomam as rédeas da incontornável escrita ao recriar um mundo. Por essa confissão, o poema é presentificado integralmente nas falas de um vigilante do incomensurável, quando este se deixa tomar pelo oco do tempo. 

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